COMO SE VAZ JUJUBA
Aprenda agora:
Ingredientes
*1 kg de açúcar refinado
*2 xícaras de água
*4 colheres de sopa de gelatina sem sabor
*1 caixa de gelatina de sua preferência
*Gotas de anilina para reforçar a cor da gelatina
*Açúcar para envolver
*1 kg de açúcar refinado
*2 xícaras de água
*4 colheres de sopa de gelatina sem sabor
*1 caixa de gelatina de sua preferência
*Gotas de anilina para reforçar a cor da gelatina
*Açúcar para envolver
Modo de Preparo
1 Derreta as gelatinas com a água em banho-maria
2 Acrescente o açúcar e mexa bem
3 Leve novamente ao fogo sem deixar ferver, mexendo sempre até que o açúcar esteja completamente dissolvido
4 Misture a anilina
5 Coloque num pirex untado com manteiga e deixe descansar de um dia para o outro
6 Corte com cortadores de biscoito, passe em açúcar e deixe secar.
1 Derreta as gelatinas com a água em banho-maria
2 Acrescente o açúcar e mexa bem
3 Leve novamente ao fogo sem deixar ferver, mexendo sempre até que o açúcar esteja completamente dissolvido
4 Misture a anilina
5 Coloque num pirex untado com manteiga e deixe descansar de um dia para o outro
6 Corte com cortadores de biscoito, passe em açúcar e deixe secar.
*20min *35 porções
De onde surgiu as jujubas?
Balinha açucarada muito comum em aniversários de criança e presa nos dentes da petizada, a jujuba é bem mais antiga do que parece e sua história é cercada de fatos pitorescos muito pouco interessantes e que não acrescentam nada a ninguém.
A palavra jujuba vem do tupi-guarani “ju-juba”, que significa “curumin gago querendo dizendo juba”, o que a princípio pode parecer uma incongruência, já que todos sabem que na América do sul habitada pelos tupis não existiam leões, ou seja, é uma incongruência mesmo. Enfim, o que importa é que os índios preparavam uma espécie de pasta com base na mandioca, a qual chamavam de Biju, que tem “ju” no nome, mas que também não tem nada a ver com a jujuba como conhecemos hoje.
Ao longo do século XX, com o crescimento das cidades e urbanização dos circos, os palhaços foram ocupando cada vez mais espaço na sociedade, espalhando-se pelos mais diversos segmentos como a política, a música popular e a publicidade. Neste período, os nomes de palhaços também foram se modernizando e muitos escolheram “Jujuba” como nome artístico. A Confederação Nacional do Palhaço e do Pierrot (Conapapirot) registra atualmente mais de 1.658 palhaços e palhaças jujuba em todo Brasil, sem contar cães e anões ajudantes com o mesmo apelido. Resumindo, o fenômeno de nomenclatura também não explica nada a respeito da origem do doce petisco.
Ainda na seara dos fenômenos envolvendo nomes, a partir da década de 70 do século passado, nota-se um grande aumento de meninas batizadas como Juliana, nome derivado do latim Julia (cheia de vida). Pesquisas do Instituto de Assuntos Especiais revelam que cerca de 22% das Julianas são apelidadas de Jujuba na infância ou adolescência. 99,87% são comumente chamas de Jú (0,13% não quiseram responder a pergunta) e absolutamente nenhuma delas entendeu qual a relevância destes dados na explicação das origens do doce conhecido como Jujuba.
O açúcar por cima da Jujuba foi adicionado à balinha colorida pelo escritor russo Fiódor Dostoievski autor de Os Irmãos Karamazov – uma história que não tem nada a ver com Jujubas. Fiofó, como era carinhosamente chamado em mesas de bar freqüentadas por alunos de letras, jamais comeu uma Jujuba, mas quando foi incorporado por um médium de Quixadá em 1951 durante uma festa infantil, promoveu o maior quiprocó na cozinha enquanto uma das marchinhas de Emilinha Borba animava o ambiente. Ao som de “Escandalosa”, Fiofó perdeu o equilíbrio e, para escapar das panelas de barro no chão, deu um duplo twist arretado por sobre a mesa onde estavam preparando a rapadura. Quase sentou no doce nordestino, mas acabou estatelado por sobre a saca de açúcar, espalhando doces flocos pelas jujubas que aguardavam calmamente sua vez de ir à mesa em uma bandeja de maçaranduba.
Outro que se rendeu aos encantos da Jujuba foi Dorival Caymmi. O baiano compôs em 1940 o samba “Jujuba da minha terra”, que dizia em seu refrão “Quem não gosta de jujuba bom sujeito não é / é ruim da cabeça ou doente do dente”. Por razões comerciais e devido a uma briga com o sindicato dos dentistas, Dorival trocou Jujuba por Samba, tanto no título da canção, quanto na letra.
Mas não foi apenas a MPB que sofreu influências da jujuba, o rock nacional dos anos 80 também deve muito à chamada “gostosinha da festa”. Vejamos o exemplo dos Titãs em “Jujuba” que diz no refrão: “Jujuba para quem precisa / Jujuba para quem precisa de jujuba”. Posteriormente, a canção foi lançada como “Polícia” devido ao grupo ter assumido uma postura mais punk e menos festiva. Mesmo assim, a banda ainda pode ser flagrada errando a letra, cantando “jujuba para quem precisa polícia” em alguns shows.
A palavra jujuba vem do tupi-guarani “ju-juba”, que significa “curumin gago querendo dizendo juba”, o que a princípio pode parecer uma incongruência, já que todos sabem que na América do sul habitada pelos tupis não existiam leões, ou seja, é uma incongruência mesmo. Enfim, o que importa é que os índios preparavam uma espécie de pasta com base na mandioca, a qual chamavam de Biju, que tem “ju” no nome, mas que também não tem nada a ver com a jujuba como conhecemos hoje.
Ao longo do século XX, com o crescimento das cidades e urbanização dos circos, os palhaços foram ocupando cada vez mais espaço na sociedade, espalhando-se pelos mais diversos segmentos como a política, a música popular e a publicidade. Neste período, os nomes de palhaços também foram se modernizando e muitos escolheram “Jujuba” como nome artístico. A Confederação Nacional do Palhaço e do Pierrot (Conapapirot) registra atualmente mais de 1.658 palhaços e palhaças jujuba em todo Brasil, sem contar cães e anões ajudantes com o mesmo apelido. Resumindo, o fenômeno de nomenclatura também não explica nada a respeito da origem do doce petisco.
Ainda na seara dos fenômenos envolvendo nomes, a partir da década de 70 do século passado, nota-se um grande aumento de meninas batizadas como Juliana, nome derivado do latim Julia (cheia de vida). Pesquisas do Instituto de Assuntos Especiais revelam que cerca de 22% das Julianas são apelidadas de Jujuba na infância ou adolescência. 99,87% são comumente chamas de Jú (0,13% não quiseram responder a pergunta) e absolutamente nenhuma delas entendeu qual a relevância destes dados na explicação das origens do doce conhecido como Jujuba.
O açúcar por cima da Jujuba foi adicionado à balinha colorida pelo escritor russo Fiódor Dostoievski autor de Os Irmãos Karamazov – uma história que não tem nada a ver com Jujubas. Fiofó, como era carinhosamente chamado em mesas de bar freqüentadas por alunos de letras, jamais comeu uma Jujuba, mas quando foi incorporado por um médium de Quixadá em 1951 durante uma festa infantil, promoveu o maior quiprocó na cozinha enquanto uma das marchinhas de Emilinha Borba animava o ambiente. Ao som de “Escandalosa”, Fiofó perdeu o equilíbrio e, para escapar das panelas de barro no chão, deu um duplo twist arretado por sobre a mesa onde estavam preparando a rapadura. Quase sentou no doce nordestino, mas acabou estatelado por sobre a saca de açúcar, espalhando doces flocos pelas jujubas que aguardavam calmamente sua vez de ir à mesa em uma bandeja de maçaranduba.
Outro que se rendeu aos encantos da Jujuba foi Dorival Caymmi. O baiano compôs em 1940 o samba “Jujuba da minha terra”, que dizia em seu refrão “Quem não gosta de jujuba bom sujeito não é / é ruim da cabeça ou doente do dente”. Por razões comerciais e devido a uma briga com o sindicato dos dentistas, Dorival trocou Jujuba por Samba, tanto no título da canção, quanto na letra.
Mas não foi apenas a MPB que sofreu influências da jujuba, o rock nacional dos anos 80 também deve muito à chamada “gostosinha da festa”. Vejamos o exemplo dos Titãs em “Jujuba” que diz no refrão: “Jujuba para quem precisa / Jujuba para quem precisa de jujuba”. Posteriormente, a canção foi lançada como “Polícia” devido ao grupo ter assumido uma postura mais punk e menos festiva. Mesmo assim, a banda ainda pode ser flagrada errando a letra, cantando “jujuba para quem precisa polícia” em alguns shows.
CACHORROS
Eu tenho 4 cachorros, um boxer, dois pequenês e um lhasa apso.Vamos conhecer essass raças?
BOXER
*Origem: Alemanha
*Cão de trabalho; boiadeiro, guarda e defesa.
*Aspecto geral: O boxer é um cão de tamanho médio e muito robusto. Tem uma musculatura bastante desenvolvida, é muito enérgico e apresenta um aspecto altivo e seguro. É assim um excelente cão de guarda mas, para além disso, é também um óptimo e fiel amigo.
*Comportamento: Os cães desta raça caracterizam-se por serem particularmente tranquilos e confiantes e terem um comportamento muito equilibrado. Estes animais precisam de muito exercício físico e companhia, sendo por isso uma má escolha para quem mora num pequeno apartamento.No seu espaço, o boxer é um cão de extrema fidelidade para com os donos, muito territorialista. Com os estranhos, tende sempre a ser desconfiado e até um pouco agressivo, para mostrar que aquele é o seu território e que o defenderá de qualquer forma. Estará por isso atento a qualquer movimento estranho.Para as crianças da casa, ou com aquelas a que está habituado, é um excelente guarda, mas também um bom amigo de brincadeiras, principalmente se estas forem do género de correr e saltar. Não gosta muito de ficar imóvel para lhe fazerem aquelas maldades que as crianças gostam de fazer ao cães.Alguns animais desta raça tendem a ser pouco simpáticos para com outros cães da casa, já que querem dominar e ser o chefe da matilha. Com cães estranhos, tendem a ser um pouco agressivos, principalmente os machos.É um cão fácil de educar, se o dono mostrar um pouco de firmeza, e desta forma será obediente, fiel e fácil de dominar.
*Tamanho: Os boxers adultos machos atingem uma altura média de 60 cm, sendo as fêmeas um pouco mais pequenas.
*Peso: Os machos adultos atingem por vezes um pouco mais de 30 kg; as fêmeas ficam por volta dos 25 kg.
* Cores mais comuns: Castanho com máscara preta, castanho, tigrado, tigrado e branco e castanho e branco.
LHASA APSO
*Outros nomes: Apso Tibetano, Lhassa Terrier, Abso Seng Kye.
*Origem: Tibete.
*Altura média quando adulto: De 25 a 28 cm.
*Peso médio quando adulto: De 6 a 7 kg.
*Cores mais comuns: Preto, branco, castanho, dourado, areia e mel.
*Esperança média de vida: Cerca de 12 a 14 anos.

Yidan
PEQUENÊS
*O pequinês é uma raça de cão de pequeno porte.
*O peso dos cães desta raça varia de 2 a 7 quilos.
*As cores mais comuns desta raça são: preto, castanho avermelhado, marrom ou mesclado.
*Possui pelos longos e abundantes.
*A altura média do pequinês varia entre 15 e 22 cm.
*Possui olhos grandes e bem escuros.
*A calda e as orelhas são marcadas por franjas de pêlos.
*O pequinês é um cão de comportamento caracterizado pelo ciúme e teimosia.
*Para conviver bem com as pessoas e outros animais, necessita de um treinamento e socialização. Caso contrário, pode ter momentos de agressividade com pessoas desconhecidas ou outros cães.
*Costuma não obedecer muito bem as ordens do dono.
*É um cão ativo e, embora adapte-se muito bem em pequenos ambientes, necessita de atividades físicas e caminhadas.
*É um cão fiel que protege os donos em casos de perigo.
*Por ser um cão de porte pequeno, costuma alimentar-se de pequenas quantidades.
*O peso dos cães desta raça varia de 2 a 7 quilos.
*As cores mais comuns desta raça são: preto, castanho avermelhado, marrom ou mesclado.
*Possui pelos longos e abundantes.
*A altura média do pequinês varia entre 15 e 22 cm.
*Possui olhos grandes e bem escuros.
*A calda e as orelhas são marcadas por franjas de pêlos.
*O pequinês é um cão de comportamento caracterizado pelo ciúme e teimosia.
*Para conviver bem com as pessoas e outros animais, necessita de um treinamento e socialização. Caso contrário, pode ter momentos de agressividade com pessoas desconhecidas ou outros cães.
*Costuma não obedecer muito bem as ordens do dono.
*É um cão ativo e, embora adapte-se muito bem em pequenos ambientes, necessita de atividades físicas e caminhadas.
*É um cão fiel que protege os donos em casos de perigo.
*Por ser um cão de porte pequeno, costuma alimentar-se de pequenas quantidades.
Jade Sasha




